Arquivo 16.08.06
Capitania - Romance de S. Vicente de Cabo Verde
16.08.06
Apoios do Instituto Camões (Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Centro Cultural Português da Praia e pólo do Mindelo - Cabo Verde). Romance de Joaquim Saial, centrado na Capitania dos Portos de S. Vicente, nos primeiros anos 60 do século XX. Ali se contam aventuras diversas que se estendem à Praia de Bote, ao Porto Grande e a muitos outros locais da ilha.
Joaquim Saial - Arquivo Cabo Verde
Galeria Congresso de Quadros
16.08.06Fonte: Congresso de Quadros
Geração Pantera
16.08.06
Há dias, numa das minhas divagações sobre o estado da cultura na nossa querida ilha de Santiago, escrevi um artigo, neste jornal, intitulado “Dêem-nos Música”, no qual me referi ao Pub Cruzêru e à antiga gestão do Quintal da Música, como exemplos na promoção de jovens talentos da nossa ilha.
Fonte: Son di Santiago
Jamice - Maravilla
16.08.06Unine (Ilha de Santo Antão)
16.08.06“Era uma vez uma mãe que teve uma filha muito, muito bonita. Tão bonita que o sol, mal um dia a viu, logo se perdeu de paixão por ela. Ciumento, não deu mais luz nesse dia para que outros não a vissem e também não se apaixonassem pela linda menina. Fez-se um eclipse. A mãe, com medo de ficar sem a única filha que tinha, a única companheira que Deus lhe dera, resolveu escondê-la dos olhos do mundo.”
Fiticêra di cor morena.
16.08.06NORTE E SUL NA MÚSICA DE CABO VERDE
16.08.06É raro observar uma população que se abandone à música com tanta espontânea naturalidade e paixão como a das Ilhas de Cabo Verde. Uma grande parte dos músicos, cantores e compositores são pescadores que, de regresso de uma cansativa jornada no mar, se dirigem para os locais de música para apresentar as suas últimas criações ou os clássicos do seu repertório, lendo muitas vezes os textos escritos com letra desajeitada em minúsculos papelinhos amarrotados. Na música e no canto atiram para trás das costas o cansaço do trabalho, a infelicidade duma vida feita de dificuldades, a tristeza pelos companheiros e familiares perdidos no mar. A dor, todavia, nunca é gritada.
Fonte: Mata-Sede













