Barragem do Poilão
23.09.06Santa Cruz - Ilha de Santiago, Cabo Verde
Barragem do Poilão
Nova atracão turística de Santiago
Local de peregrinação ao Deus da Água
Titina Rodrigues
Santa Cruz - Ilha de Santiago, Cabo Verde
Barragem do Poilão
Nova atracão turística de Santiago
Local de peregrinação ao Deus da Água
Este navio faz parte do meu imaginário de infância, em Santo Antão (CV), tantas vezes desejei viajar nele, tantas vezes o vi ao longe e fui a correr espera-lo no cais acostável. 
Carvalho (Palhabote)
Construido em 1937 na Ilha da Brava, encontra-se actualmente em péssimo estado de conservação.
Fonte: BCV

Assistia, ontem, pela Televisão Nacional, à entrega do prémio Jornalista Africano CNN Multichoice. Uma iniciativa de 10 anos que tem prestigiado a competência e a ousadia jornalísticas em África. Uma boa ideia, sem dúvida. Em Cabo Verde também a associação dos jornalista, AJOC, já criou um prémio para distinguir a qualidade. Perfeito! Ler tudo
Fonte: Os Momentos
São mais de 55 mil os cabo-verdianos que vivem em Portugal, segundo os dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). A maioria (36 758) reside na área metropolitana de Lisboa. Na Amadora, Portela ou Oeiras estão hoje os imigrantes do arquipélago que até aos anos 90 habitaram nos bairros de construção clandestina. Esta é a comunidade estrangeira que primeiro chegou a Portugal. Há dois motivos para isso a guerra colonial e a emigração que, entre 1960 e 1973, deixa Portugal sem 900 mil pessoas. O êxodo leva o regime a promover a vinda de mão-de -obra de Cabo Verde. Mas é a partir de 1975 que a imigração cabo-verdiana conhece um fluxo maior. As estatísticas apontam para 55 329 cabo-verdianos a viverem no país, mas as associações defendem que este número ultrapassa os 80 mil.
Fonte: DN
Perguntava-me há dias o meu amigo Tchindo se eu conhecia Nhô Ambroze. Quem, naquelas redondezas de Ribeira da Torre, não conhece Nhô Ambroze, Tchindo?? Desde muito antes de eu ser criança, a figura de Nhô Ambroze já circulava pelos vales e povoados da ilha toda, com o seu cajado na mão esquerda e um saco pendurado no ombro direito, onde guarda religiosamente todos os seus pertences. (more…)

A festa de 30 anos da independência de Cabo Verde estende-se até Lisboa
Hoje não há festa no Ta Ki Tá Lá. É a primeira vez que dona Dêdês não passa as horas antes do dia da independência de Cabo Verde encafuada na cozinha a remexer a panela da cachupa ou a moer a malagueta para o caldo de peixe. O restaurante, na Rua Poiares de São Bento, em Lisboa, está fechado para obras e só reabre em Agosto. Se não for a dona Dedês, mais ninguém se lembra de festejar o dia em que o arquipélago deixou de ser colónia portuguesa. Restam poucos crioulos a viver em São Bento. Ela foi das primeiras a chegar, em 1973, e das poucas que por ali ficou. (more…)

Director do Serviço de Cooperação da Fundação Gulbenkian e ex-combatente do PAIGC conta como evoluiu o seu país
Que momento do dia da independência de Cabo Verde guarda na memória?
O içar da bandeira que significou a soberania do país provocou-me um arrepio que jamais esquecerei. Mas aconteceu-me outro episódio que deixou marcas. Nas vésperas chegou gente da ONU e de países amigos. Tivemos dificuldades para instalar essas pessoas. Sobrou um membro da delegação da OUA e não sabíamos onde instalá-lo. A solução foi colocá-lo no meu quarto. Como não tinha onde ir, sentei-me na Praça Grande à espera do Dia D. (more…)